A felicidade de Karen era inteira, luminosa, impossível de conter. Transbordava por cada gesto, cada respiração. Pela primeira vez em muito tempo, sentia o peito leve. Precisava dividir aquela verdade com a senhora Malcolm que foi a única mãe que a vida lhe deu.
Olhou o relógio na parede. Se fosse rápida, conseguiria ir ao orfanato e voltar a tempo do jantar com Sebastian, às oito.
A freira a aguardava em seu escritório, como se soubesse que ela viria. Quando os olhares se encontraram, nenhuma