Dois dias se passaram, e eu realmente acreditei que o burburinho teria se dissipado. Mas, ao chegar no hospital naquela manhã, levei um choque. O saguão de entrada estava repleto de pessoas em cadeiras de rodas, algumas com familiares ao lado, outras claramente em sofrimento físico ou emocional. O mais impactante era a esperança estampada nos olhos de cada uma daquelas pessoas — esperança em mim.
Fui até a sala da Dra. Meredith, que me recebeu com um sorriso satisfeito no rosto. Informou, visiv