Foi nesse instante que ouvimos gritos no corredor. Em quase um ano desde que cheguei ali, nunca havia escutado Grace levantar a voz. Mas, naquele momento, ela gritava — e alto. Ainda assim, eu não me levantei. Permaneci ao lado dele, oferecendo o que ele mais precisava… presença e acolhimento.
Continuei a confortá-lo, repetindo que nada daquilo era culpa sua. Que ele não tinha culpa de ser o único sobrevivente daquela tragédia. E que, apesar de tudo, ele merecia, sim, ser feliz. Mais do que nin