Andres abriu os olhos e o teto que viu não era o céu escuro de Madrid nem o teto de um quarto de hospital. Era o teto alto de seu antigo quarto na mansão Castillo, em Barcelona. O lustre de cristal Murano que sua mãe havia escolhido pessoalmente pendia sobre ele, refletindo a luz dourada da manhã que entrava pelas grandes janelas francesas.
Por um momento, ele não se mexeu. O corpo parecia leve demais. Jovem demais. Não havia dor nas costelas quebradas, nem o latejar insuportável na base do crâ