O meu ventre estava pegando fogo sob o sigilo, a bioluminescência dourada e violeta do meu estômago brilhando com tanto vigor que revelava a minha posição física através da névoa do domo. Eu precisava usar o Labirinto de Vidro a meu favor.
Eu conhecia a física da luz e a geometria das sombras. Vargas guiava-se pelo cheiro do meu sangue e pelo som do meu coração de humana, mas a estática mística de nossa união agora criava múltiplas assinaturas sensoriais que baralhavam a sua percepção de predad