O galpão ficava na zona portuária abandonada, nos limites da cidade. Vito chegou com quarenta e sete homens.
Não houve negociação. Não houve plano B.
Às 03h12 da madrugada do terceiro dia de cativeiro, o inferno se abriu.
A explosão da porta principal foi o sinal. Balas traçantes cortaram a escuridão enquanto Vito entrava como um demônio vestido de preto. Colete à prova de balas, dois coldres, e um olhar que não pertencia mais a um homem — pertencia a algo muito mais perigoso.
— Onde está ele?!