Suas mãos continuavam agarrando meu rosto, sutis, suaves, mas eu não permitia que ele me emburrasse mais do que ele já fazia. Eu me afastei, recuei com lágrimas retidas em meus olhos. Ele não podia bancar o bandido e o mocinho ao mesmo tempo, ele não tinha o direito de me lidar com seu capricho, me adoçar e depois me nocautear com um golpe amargo.
- Qual é o seu jogo, Ismael? - Eu cuspo quente -. Você está claramente mentindo para mim, Eu não sou estúpido.
- Exatamente, é exatamente disso que