– Corre, Sara! – balbuciou Theo, já quase sem forças.
Então, eu corri, pois o homem armado já estava bem perto de nós. Vi Theo apagar, ficando com o corpo todo mole, sem reação. Eu precisava acreditar que ele tinha apenas desmaiado. Eu não aguentaria perder Theo, não agora que eu o ouvi dizer que me ama.
Achei que ele estivesse com muita raiva de mim, mas ele veio sozinho me resgatar, levou um tiro por mim e ainda disse que me amava. Sonhei tanto com o dia em que seria amada verdadeiramente.
De