Acordei em uma maca do hospital, em um dos boxes da emergência. Uma enfermeira baixa e magrela, com cabelo muito liso e loiro, preso em um rabo de cavalo, sorriu para mim.
– Que bom que acordou! Qual é o seu nome? – me questionou.
– Sara… Sara Walker.
– Muito bem, senhorita Walker… Vou precisar que você assine esses documentos autorizando que a gente faça os exames de laboratório com o sangue que coletamos enquanto a senhorita estava desacordada.
– Claro.
Eu ainda me sentia muito zonza. Estava