Quando o avião de Ana pousou, já havia alguém esperando por ela no aeroporto.
A pessoa segurava uma placa enorme, bem chamativa, com o nome Ana escrito nela.
Ana caminhou rápido até lá e sorriu ao cumprimentar quem tinha ido buscar ela:
— Nilda, quanto tempo!
Nilda Furtado era colega de quarto dela na universidade.
Desde pequena, Ana havia vivido em internatos.
Mesmo sem ninguém ensinar, aprendeu a lidar com relações em dormitórios.
Sempre que queria, conseguia se dar bem com os colegas com faci