O silêncio que se instalou na sala de conselho da Albuquerque Holding após a menção aos sessenta e oito por cento de controle acionário não era apenas desconfortável; era o silêncio que precede o colapso de uma estrutura de engenharia. As "múmias" do conselho de administração, homens que haviam passado as últimas décadas ditando o destino de empresas menores e esmagando competidores através de canetadas frias, pareciam subitamente desprovidos de sua habitual blindagem aristocrática. A menção ao