Luna:
— Me diga, Mikpó. — Ele tomba sua cabeça devagar, olhando para minha boca, esperando minha confissão e eu não posso mentir. Mesmo que ele não sentisse nada por mim, jamais mentiria. — Eu apenas sonhei com o que ouvi, Luna?
— Não — sussurro, perdida em seu olhar. — Eu te amo, Sedrico. — Solto o ar lentamente, não conseguindo me distanciar das suas esferas que vão brilhando. — Não precisa ter medo, não vou lhe causar problemas. Meu amor por você é tanto, que não me importo de ter apenas um