Benedita estava tão solitária que parecia querer me prender ali para sempre.
Eu só tinha dois dias de folga, mas, para ficar com ela, acabei pedindo mais dois dias de folga para Edgar.
Mas, como diz o ditado, "não há festa que nunca acabe". Eu sabia que, eventualmente, teria que partir.
Ela me preparou chá de flores, feito com orvalho, e também me fez alguns pratos cozidos no vapor com pólen e pétalas, como se quisesse me dar tudo o que havia de melhor nela.
Eu sabia o quanto ela gostava de mim,