- Sr. Walter, eu preciso pegar o metrô, então já vou. - Disse Larissa.
Ela começou a se afastar, Walter não impediu ela. Ela andou alguns metros para fora, mas os sons intermitentes das buzinas atrás dela pareciam amarrá-la como cordas invisíveis.
Larissa foi ficando cada vez mais lenta até finalmente parar, sentindo uma irritação indescritível, ela se virou para olhar para trás.
Walter ainda estava parado no mesmo lugar, ao lado do poste de luz, a luz caindo sobre ele como uma chuva de estrelas