— Senhorita, você é... — O gerente correu para frente e perguntou.
A mulher empurrou o gerente, olhou ao redor e, ao reconhecer Carolina, foi direto até ela.
Pá! Um tapa alto ecoou, e todo o salão ficou em silêncio.
Carolina levantou a cabeça, paralisada, e ao ver quem a havia agredido, virou-se instintivamente para correr.
— Correr? — Cátia sorriu, encostada no bar, observando Carolina fugir. — Continue correndo, se você não se ajoelhar e me implorar hoje, eu vou vender seu filho para