Encostada na porta do carro, Júlia olhava para a confusão à frente com um sorriso irônico.
— Que cena movimentada. — Disse ela.
O rosto de Augusto já estava sombrio. Aquele homem estava gritando na porta da escola infantil, claramente ali para causar problemas.
— Por que está gritando? — Augusto se aproximou e puxou o homem pela gola da camisa.
O homem olhou para Augusto, prestes a retrucar, mas desistiu ao perceber que não era tão alto nem tão forte quanto ele. Encolheu o pescoço e resmungou:
—