Ao ouvir Esther chamá-lo pelo nome, o rosto de Gustavo empalideceu, e ele gritou, hesitante:
— Você é humana ou um fantasma?!
Um vento frio soprou, bagunçando os cabelos de Esther e ressaltando ainda mais o tom pálido de sua pele, tornando sua presença ainda mais perturbadora.
Gustavo apertou o cenho, claramente incomodado e pressionado. Esther encarava ele em silêncio, sentindo a tensão crescente, mas ainda sem saber o que dizer. Não queria falar algo que pudesse pôr tudo a perder, mas sentia