Marcelo empurrou o prato de comida na direção de Esther.
— Quer que eu te alimente? — A voz de Marcelo soou calma, sem qualquer alteração.
Esther, no entanto, não acreditava que ele realmente iria alimentá-la. Com um tom frio, ela respondeu:
— Não estou com vontade de comer. Será que nem essa liberdade eu tenho?
Marcelo não disse nada. Mas, no segundo seguinte, ele realmente levou a colher com a comida até a boca de Esther. Naquele momento, os olhos escuros de Marcelo estavam fixos nela, mas não