Natacha estava sentada em sua cama de hospital, olhando pela janela. A vista lá fora era monótona, refletindo seu próprio estado de espírito. Ela se via imersa em seus pensamentos, preocupações e angústias que pareciam se arrastar como as nuvens pesadas que pairavam no céu.
O som das batidas na porta interrompeu sua contemplação solitária. Ela piscou, se sacudindo ligeiramente de seu transe mental. Aquelas batidas ecoavam pelo quarto, trazendo ela de volta à realidade.
Dora, a governanta de expr