No hospital privado, Rosana estava amarrada à cama. Suas mãos e pés estavam firmemente atados, e por mais que ela lutasse, não conseguia se soltar.
Nesse momento, Antônio entrou na sala, com uma expressão fria e insensível.
— Srta. Rosana, aconselho que pare de se esforçar em vão. Gisele é irmã da sua mãe. Você realmente consegue ver sua irmã morrer sem fazer nada? — Disse ele, com um sorriso maldoso.
Rosana o encarou com raiva, sua voz tremendo de indignação.
— Então, a vida de seus filhos é im