Lembrando da conversa desagradável que tiveram antes, Josiane não queria abrir a porta. Mas já era bem tarde, e ele, com aquele olhar, parecia decidido a continuar batendo até que ela cedesse.
Sem muita escolha, Josiane abriu a porta.
— O que você quer agora... Hum...
Ela mal teve tempo de terminar a frase quando o corpo imenso dele se inclinou para frente, e sua mão quente segurou seu rosto, cobrindo seus lábios com um beijo intenso e impetuoso.
Ele era muito pesado, e a sensação de opressão a