Dublin na manhã de sábado tinha uma qualidade diferente de todos os outros dias da semana.
As ruas perto do campus ficavam mais quietas, sem o fluxo de estudantes que transformava as calçadas em algo parecido com correntes, e havia um ritmo mais lento nas poucas pessoas que apareciam, o passo de quem estava lá por escolha e não por obrigação. A chuva ajudava nessa sensação, caía com aquela consistência fina e determinada que Dublin usava nos sábados de outono, não o temporal que pede urgência m