Maya
Ao chegamos à frente do prédio, o motorista abriu a porta e estendeu-me a sua mão para me ajudar a descer. O lugar era lindo, de uma arquitetura bem moderna e vidros espelhados por todo o edifício no lado de fora. Era tão alto, que o seu topo se perde em meio às nuvens e o arranha-céu. Entramos e logo Victor foi abordado por uma mulher que o esperava no hall com pastas na mão. Ela vestia um vestido preto e justo até os joelhos e com um decote um tanto exagerado para um ambiente de trabalho.