Capítulo 116

Maya

— Deixe-me ver — pediu Clarice as pegando da minha mão. — Meu Deus! Tinha mesmo alguém invadindo sua privacidade, Maya. — Abri o bilhete e fiquei em choque ao ler o que estava escrito com letras impressas em um cartão branco. — O que foi, querida? O que está escrito?

Será que o seu pai terá orgulho da sua garotinha, a vendo nessas imagens?

Talvez ele até queira as pôr sobre a mesa do seu escritório, ou quem sabe, as emoldure e pregue na parede do corredor.

— Eu preciso ligar para o meu pai
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