— Ótimo, então venha comigo? — Ele se levanta e oferta uma mão a mim.
Eu a apanho sem regressão, e movemo-nos até seu escritório. Eu me assento em uma poltrona predisposta em um canto, quando ele prossegue indo até sua maleta de primeiros socorros. Depois arrasta uma cadeira até estar, próximo a minhas pernas.
— Irei refazer seu curativo. — Ela elucida, contraindo minha mão ferida nas suas.
— Está bem doutor. — Eu digo-lhe brincando, mas há frustração em sua fisionomia. Ele extraiu a faixa usad