Mundo ficciónIniciar sesiónEnfim, suavemente o vislumbre da fachada de sua casa se desenhou em meu olhar. Por átimo, suspirei profundamente, aquele condensar subia por minha espinha. Em mente eu permanecia inquieta, calorosa. Ele se propõe a levar minhas malas, e ao paralisarmos a frente da porta ele me visualiza em feição pervertida.
— Por favor, pegue a chave. Estar em meu bolso. — Ele se mantém imóvel com as mãos ocupadas.
Elevo uma sobrancelha duvidosa, e aproximo-me calmamente. Pondo-me a postos de se







