Mundo ficciónIniciar sesiónA luz da manhã filtrava-se pelas cortinas de linho branco, suave como um carinho. Os lençóis ainda estavam quentes, bagunçados entre nossos corpos entrelaçados. Eu despertei antes dele, com a cabeça no peito de Caio, ouvindo o som ritmado da respiração tranquila dele, como se o mundo lá fora não existisse — e talvez, por algumas horas, realmente não existisse.
A mão dele estava na minha cintura, firme, possessiva mesmo dormindo. Sorri sozinha. O braço dele era como uma âncora






