No seu subconsciente, Patrícia sentia que não deveria entrar.
Seus dedos, posicionados na maçaneta, ficaram rígidos, e a mão gentil de Teófilo cobriu o dorso de sua mão, sussurrando em seu ouvido:
- Não tenha medo, eu estou aqui com você.
A porta se abriu.
Não havia monstros selados ou cenas sangrentas lá dentro, apenas um quarto delicadamente rosa, agora vazio, com apenas o tapete restante e o espaço vazio onde antes havia móveis.
Na parede, ainda pendiam alguns enfeites de brinquedos de be