Patrícia não aceitou:
— Você acha mesmo que eu, uma médica, tomaria medicamentos entregues por outros sem questionar? Eu já estava de saída, se puder me levar, ficarei grata e não oferecerei resistência. Esse remédio não é tão importante.
Cauã se tornou ainda mais assustador:
— Isso já não é mais uma questão de escolha para você. — Ele tentou forçar Patrícia a tomar o remédio. — Eu não tenho pena de mulheres. Se eu fosse a Dra. Bastos, tomaria obedientemente para evitar mais sofrimento.
Segurou