Depois de dar um sorriso amarelo e pedir mil perdões ao policial pela confusão, Adriana trancou a porta. Só então ela se virou para o homem que estava plantado no meio da sua sala, com o sangue fervendo de raiva.
— O que você veio fazer aqui na minha casa? — Questionou ela, com a voz tão fria quanto a sua expressão.
António odiava quando ela o tratava com aquela indiferença. Incomodado, ele começou a puxar a gola da camisa de um jeito impaciente. Foi aí que Adriana reparou no pescoço dele, que e