POR LINCY
“O julgamento.” Na última vez que o fiz, me considerei inocente, vendo-me como Lincy, não como Alissya, humana e não halisiana. Contudo, o veredicto final foi que eu não era humana, mas sim halisiana. Naquele momento, percebi que não tenho a palavra final sobre nada. Agora, sem querer, envolvi Lorena em algo que fugia à nossa compreensão. Contudo, o ser que aparecera atrás de nós parecia entender profundamente do que se tratava. Ele contornou o sofá, colocando-se de frente para nós, e