Assim que pousou o copo na mesa, ele apagou a luz do abajur, se dirigiu para a cama e a abraçou. Antes que ela pudesse reagir, ele virou o rosto dela e a beijou com ardor.
O beijo era caloroso, mas também trazia um sabor de punição.
Luiza se debateu um pouco, franzindo a testa.
- Ei, estou grávida.
- E daí? Se não se comportar, terá que ser punida. - Ele mordeu os lábios dela, sentindo sua resistência, rouco. - Não se pode recusar ao marido.
Luiza se esquivou duas vezes, mas não conseguiu escap