Luiza se esquivou.
Theo apertou os dedos levemente rígidos e semicerrou os olhos.
— Eu aconselho você a aceitar logo. Caso contrário, se eu perder a paciência, talvez tenha que usar a força com você.
— Sem-vergonha! — Luiza o encarou, furiosa.
Theo esboçou um leve sorriso.
— Sem-vergonha por quê? Nós já fizemos nossos votos no casamento, não foi? Você disse "sim" diante do padre.
— Pela lei, eu ainda sou esposa do Miguel.
— Isso não significa nada. — Seus olhos ficaram mais frios.