Theo estava sentado no sofá, o olhar frio como uma lâmina de gelo cravado nas marcas de mordida no pescoço dela. Seus olhos semicerrados estavam carregados de rancor e cobiça.
— De onde vieram essas marcas no seu pescoço?
Luiza ficou sem palavras. Abriu a boca, mas conseguiu pronunciar apenas uma frase:
— Você... Não está morto?
— Você acha que eu morreria tão facilmente? — Theo soltou uma risada sarcástica.
— Mas as notícias diziam... Que você tinha se enforcado na prisão!
— Se eu n