POV ZAYDEN
O som da gravata rasgando o ar antes de envolver seus pulsos foi o mais alto silêncio que já ouvi. Ela lutou, é claro. Arranhou, bateu, tentou morder, meu braço ainda sangrava de um golpe de unha mais profundo. Mas era inútil. A raiva e o uísque no meu sangue eram combustível demais.
— Zayden, pare! Por favor, pare agora! — A voz dela era um grito rouco, misturado ao pranto.
Eu ignorei.
— Não faça isso! Você não é assim! — Ela gritou, tentando encolher-se na cama.
Sorri, um sorriso