DOMÊNICO BANE
Ajoelhado no meio da minha cama, com Valentina completamente nua e escancarada sob o meu olhar, eu senti o último resquício de sanidade que me restava evaporar. Os meus olhos percorreram a pele dela, iluminada apenas pelas luzes da cidade que invadiam o quarto. Ela estava arfando, os lábios entreabertos, os seios perfeitos subindo e descendo no ritmo acelerado da sua respiração, esperando por mim.
Eu havia passado os últimos dois meses vivendo em um inferno, e agora, o meu paraíso