Luna os viu pela janela antes mesmo de eles saírem do carro.
Helena mal havia colocado o pé fora quando ouviu o grito de alegria vindo de dentro da casa, seguido pelo som de passinhos correndo e da porta se abrindo com mais força do que necessário. A menina atravessou o jardim como um furacão de cachinhos e energia, e Helena se abaixou bem a tempo de recebê-la nos braços, o impacto pequeno e forte ao mesmo tempo.
— Mamãe! Papai! — Luna gritava entre risadas, abraçando o pescoço de Helena com to