A notícia da morte de Augusto se espalhou rapidamente.
Nas horas seguintes, os telefones tocaram sem parar. Membros da organização queriam respostas, conselheiros exigiam relatórios, seguranças eram interrogados repetidamente, e ninguém parecia capaz de explicar como um homem mantido sob vigilância constante havia sido assassinado sem deixar qualquer vestígio.
Mas, naquele momento, nada disso ocupava meus pensamentos, porque João estava sofrendo.
Encontrei-o sozinho no escritório da mansã