Franzo a testa, desconfiado.
— Apaixonado? Quem é ela?
Silêncio. Um silêncio longo demais, até que ele solta, de uma vez só:
— É a Lizzy.
Congelo. O sangue parece gelar nas veias, aperto o celular com mais força, engulo seco.
— Lizzy? — repito, tentando soar natural, mas o nome sai estranho na boca, pesado.
— É, mano… a Lizzy. Eu sei, parece loucura, mas… sei lá. Desde aquele almoço, depois o pôquer, e agora com ela trabalhando na empresa… não consigo parar de pensar nela. Ela é d