Enquanto Deyse desfrutava do carinho do marido, Amara e Amanda se arrastavam pela estrada, lutando para encontrar o caminho de casa. Amara chorava, sua raiva transbordando em palavras amargas. —É tudo culpa da Deyse! Aquele psicopata cortou meu dedo! Como vou mostrar minha mão novamente?
Amanda, ainda traumatizada pelo que havia acontecido, mantinha-se em silêncio. As lembranças da ameaça pairavam sobre ela como uma sombra. Olhando para a filha, disse com firmeza: —Querida, se não quiser mostr