Mundo de ficçãoIniciar sessãoA mansão Valmont não atacava de imediato.
Ela observava.
Luna Santiago percebeu isso logo cedo, ao descer para o café da manhã e encontrar a casa funcionando como sempre — eficiente, silenciosa, impecável. Mas havia um ritmo novo nos movimentos. Uma precisão exagerada. Funcionários que surgiam rápido demais quando chamados. Portas que antes permaneciam abertas agora se fechavam com discrição calculada.
A casa estava se defendendo.
Elias sentou-se à mesa sem falar. Mexia no cereal com distração, atento demais ao ambiente para uma criança que, até pouco tempo atrás, se isolava em silêncio.







