Helena percebeu primeiro no silêncio.
Não o silêncio emocional pesado dos últimos dias.
Outro.
Um silêncio mais claro.
Como se certas partes da cidade estivessem finalmente respirando sem interferência constante.
Ela caminhava cedo pelas ruas ainda úmidas da chuva da madrugada quando sentiu algo estranho:
menos pressão.
Durante muito tempo, havia uma sensação contínua no ambiente — sutil, difícil de explicar, mas sempre presente. Uma força invisível puxando tudo de volta para sincronização, vel