No começo, Helena não chamou de previsibilidade.
Chamou de padrão.
Porque padrão ainda permite variação.
Ainda permite diferença.
Ainda deixa espaço para surpresa.
Mas o que estava acontecendo não era só padrão.
Era algo mais profundo.
Era como se o caminho até as decisões estivesse se tornando reconhecível demais.
Ela não sabia o que as pessoas escolheriam.
Mas sabia como chegariam até lá.
E isso foi o que realmente a fez parar.
Não uma situação específica.
Mas a repetição da forma.
Uma pessoa