Capítulo 217 — A Carta

A manhã começou tranquila demais.

Depois de dias de barulho, entrevistas e ligações intermináveis, a mansão Valmont parecia finalmente respirar.

Luna estava na biblioteca quando o carteiro chegou.

Nada incomum.

Exceto pelo envelope.

Não havia remetente completo.

Apenas um carimbo simples do sistema penitenciário estadual.

Luna ficou alguns segundos olhando para o papel.

Ela não precisava abrir para saber de quem era.

Mesmo assim abriu.

Dentro havia apenas uma folha.

A letra era elegante.

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