Luna chegou ao quarto antes de Adrian ou Moura. Abriu a porta com força — sem pensar, sem respirar.
Elias estava sentado no chão.
Não machucado.
Mas em pânico absoluto.
Ele apontava para a parede.
Os olhos arregalados.
A respiração curta, desesperada.
— Elias! — Luna correu até ele, segurando seu rosto. — O que aconteceu? Você está bem? Ele machucou você?
O menino não falava, mas balançou a cabeça com força. Não havia arranhões, nem sinais de queda. Mas o terror estava ali — vivo, inteiro.
—