O armazém abandonado na Old Ferry Road era exatamente como eu imaginava, uma carcaça de concreto e ferrugem, devorada pelo tempo e pelo esquecimento. As janelas estavam quebradas, os grafites cobriam as paredes, e o silêncio ao redor era tão absoluto que minha própria respiração fazia minha pele arrepiar.
Estacionei o carro a uma distância segura e caminhei o resto do trajeto, o celular no bolso, o coração batendo tão forte que eu sentia o pulso nas têmporas.
A porta principal estava entreabert