O restaurante estava cheio, como sempre às sextas-feiras, mas minha cabeça não estava ali.
Atendia os clientes no piloto automático — sorria, anotava pedidos, servia pratos, recolhia gorjetas — mas meu coração estava em casa, com ela. O aperto no peito começou cedo, logo depois do café da manhã, quando me despedi de Aggy e vi seus olhos verdes brilhando enquanto ela pulava para dentro do carro da Charlotte.
Havia algo naquela imagem, minha filha pequena, confiante, acenando para mim pela janela