O quarto mês em Newburyport começou com um presságio. Acordei antes do sol, o estômago revirando como se um furacão houvesse se instalado dentro de mim.
Corri para o banheiro e passei os primeiros minutos do dia de joelhos, abraçada ao vaso sanitário, o ácido queimando minha garganta.
— Apenas um vírus. — Sussurrei para o meu reflexo pálido no espelho. — Vai passar.
Mas não passou.
Os dias seguintes foram um inferno de náuseas constantes, aversão a cheiros que antes me eram indiferentes, e uma