Leoni Messina ainda estava sentado na poltrona escura do escritório, mergulhado em pilhas de papeis a serem revisados dos inúmeros negócios lícitos que lavavam cada centavo da la cosa nostra.
A secretaria bem vestida bateu na porta, anunciando que havia trazido pessoas para conversar com ele.
– Mande embora. Eu estou ocupado.
– Mas senhor... eles são investigadores e estão aqui para conversar sobre um caso que aconteceu nesse prédio a algumas noites. – Ela tentou convence-lo, mesmo sabend