Bebe? não, bebe não...
A cama parecia tão vazia dentro do apartamento. Giulia Rossi cheirou o pequeno urso de pelúcia de coelho que Leoni Messina cuidadosamente havia deixado em cima da cama, preso a uma berinjela. Ela sorriu, embora os olhos estivessem inundados de lágrimas. A jovem nem mesmo sabia o que estava fazendo ali ou o motivo para perdoa-lo tão fácilmente, mas caíra nos braços dele outra vez, apenas para voltar a ficar longe. Havia tanto cansaço da noite não dormida, dos prantos que serviram-lhe como desaba